Talvez seja o mal das segundas-feiras.
Saio de casa às 7 e 20, sem tomar meu café da manhã, para que não chegue atrasada à escola. Às 7 e 28, deparo-me com o estacionamento fechado. Nem uma sombra do rapaz que toma conta de lá... aguardo dois minutos, e resolvo dar ré no carro, para dar uma volta no quarteirão.
Eis que meu carro é atropelado por um pedestre, que sai me xingando de #$#%#%$%$%, e batendo na tampa do porta-mals.
7 e 32, estaciono na esquina da escola. Cheiro de urina, de centro, de lixo. Coloco sacolas no porta-malas para evitar roubos, e, quando chego na porta do colégio, vejo que há uma vaga para chamar de minha.
Volto ao carro, e... surpreendo-me com aquilo que mais me causa nojo. Uma ratazana, imensa, gigante, nojenta...e morta, debaixo de meu carro. Se eu a matei? Isso eu não sei. Mas que lembrei dela o dia todo, isso eu posso dizer.
A saga das ratazanas. Já virei fã, adorei
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